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A linha do tempo em três fases
O erro clássico é tratar automação como um lançamento único: liga o bot, torce e mede depois. As três fases existem para reduzir risco em etapas. Nos primeiros 30 dias você não automatiza nada, apenas descobre e instrumenta. Dos 30 aos 60 você roda um piloto guiado num subconjunto pequeno de intents, com handoff humano sempre disponível. Dos 60 aos 90 você escala com governança: expande intents, adiciona RAG e guardrails, e estabelece um processo de mudança. Cada fronteira é um portão de decisão, não uma data no calendário.
DIA 0 ------------- 30 ------------- 60 ------------- 90 [ FASE 1 ] [ FASE 2 ] [ FASE 3 ] Descobrir e Piloto guiado Escalar com instrumentar com handoff governança - top intents - bot em poucas - expandir intents - baseline intents - RAG + guardrails (volume/CSAT/ - handoff sempre - governança de tempo) disponível mudança - instrumentação - medir contenção - SLAs e alertas PORTÃO 1 PORTÃO 2 PORTÃO 3 baseline confiável contenção com operação estável + eventos no log CSAT mantido + processo de mudança
Os portões importam mais que as datas. Se ao fim da fase 1 você não tem baseline confiável, não avance: automatizar sem linha de base é automatizar no escuro. Se ao fim da fase 2 a contenção subiu mas o CSAT caiu, você está empurrando problema para o cliente, não resolvendo. Tratar cada fronteira como critério de saída, e não como prazo, é o que separa um rollout responsável de um piloto que virou produção por inércia.